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2018 REPLETO DE REALIZAÇÕES!!
FINAL DE ANO: LIMA DE INSEGURANÇA VOLTA INCOMODAR POTIGUARES.
Medida
Estado pede reforço para as Forças Armadas para
garantir segurança no RN
No documento, o Governo do RN
justifica que a ajuda é necessária uma vez que a paralisação dos servidores da
segurança está comprometendo o serviço prestado pela categoria.
Redação
Com o movimento iniciado por
servidores da segurança do Estado, o Governo do Estado do Rio Grande do Norte
solicitou nesta quarta-feira, 20, ao Governo Federal apoio das Forças
Armadas e reforço no número de policiais da Força Nacional.
O solicitação foi direcionada ao
Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência
da República, general Sérgio Westphalen Etchegoyen. No documento, o Governo do
RN justifica que a ajuda é necessária uma vez que a paralisação dos servidores
da segurança está comprometendo a normalidade do serviço público prestado pela
categoria.
Na terça-feira, 19, um grupo de
assaltantes realizou um arrastão no Supermercado Nordestão, localizado no
bairro do Alecrim, zona Leste da capital potiguar.
De acordo com informações repassadas
por funcionários da loja, foram levados diversos aparelhos celulares que
estavam à venda, além do dinheiro que abastecia os caixas do estabelecimento.
Outro fato semelhante aconteceu na
tarde desta quarta-feira,20, um arrastão foi registrado na rua João Pessoa, na
Cidade Alta, zona Leste de Natal.
Testemunhas relataram que diversas
lojas fecharam as portas por causa da ação dos criminosos, que levaram objetos
de pessoas que estavam na calçada e no interior dos estabelecimentos comerciais
da área.
Decisão
Antes de se filiar ao Patriota, Jair Bolsonaro já
sinaliza desembarque
Deputado do PSC-RJ deve anunciar
até o dia 5 de janeiro que não será mais pré-candidato a presidente pelo
PEN/Patriota, uma decisão tomada na última quarta-feira, 20.
Agência Estado
O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ)
deve anunciar até o dia 5 de janeiro que não será mais pré-candidato a
presidente pelo PEN/Patriota. A decisão foi tomada na última quarta-feira, 20,
em reunião com o chamado núcleo duro da campanha de Bolsonaro, em Brasília.
Deputados e correligionários dizem que o presidente da sigla, Adilson Barroso,
não teria cumprido com a sua palavra de ceder o controle do partido em
Estados-chave para o grupo do parlamentar.
Conforme a Coluna do
Estadão adiantou,
o deputado já iniciou conversas com o PSL/Livres e o PR. A decisão final sobre
o ingresso a uma nova sigla só deve ser tomada em março.
Procurado pela reportagem, Bolsonaro
não se manifestou sobre o assunto. Em entrevista ao site Crítica Nacional, que
tem apoiado abertamente a candidatura do parlamentar, o deputado disse que
“estava noivo do Patriota, mas voltou à situação de namoro”. “O projeto não foi
sepultado, mas recuamos bastante”, afirmou.
A posição ainda não é oficial porque
faltam alguns acertos com membros da executiva do PEN/Patriota no Rio –
colocados lá pelo próprio Bolsonaro. Fontes próximas ao deputado falam em 90%
de chances do “projeto Patriota ser abortado”. A insatisfação teria como
principal ponto a promessa não cumprida de Barroso em ceder o controle da
legenda em alguns Estados-chave, como Minas Gerais. Por outro lado, o grupo
mais ligado a Barroso no partido diz que vazamento sobre a “saída” é uma tática
na disputa pelo controle dos espaços que hoje estão sendo “requisitados pelo
grupo de Bolsonaro”.
Compromisso
O deputado não é oficialmente
filiado ao PEN/Patriota. De saída de seu atual partido, o PSC, o presidenciável
apenas assinou um compromisso de filiação para o mês de março. Entretanto, as
conversas de Bolsonaro com outras legendas nunca foram interrompidas. A questão
é que as duas opções, PR e PSL/Livres, colocadas na mesa pelo próprio
Bolsonaro, não parecem muito dispostas a fechar uma parceria. No PR, a hipótese
de Bolsonaro é tratada como “boato”. Já o PSL/Livres confirma que foi procurado
pelo pré-candidato, mas diz que “o projeto dele seria incompatível com o
Livres”.
O presidente do PEN/Patriota,
Adilson Barroso, se mostrou irritado e disse não acreditar que essa fosse uma
decisão vinda do próprio Bolsonaro, mas, de pessoas do entorno do deputado.
“Ele ainda não me ligou para comunicar nada. Se isso acontecer, eu digo que não
entendo a mente dele”, afirmou Barroso. “Tudo o que foi pedido eu cedi. Mudei
até o nome do partido e cheguei a perder 80% da minha base por ele”, disse.






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