quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Mais oportunidade e ótima novidade para os estudantes da rede de ensino


NOTA – STTU autoriza serviço de lotação


A STTU - Secretaria de Trânsito e Transportes Urbanos informa que, devido aos ataques ocasionados ao transporte regular da cidade do Natal, autorizou aos táxis, transporte escolar e veículos credenciados pelo DER a realizarem o serviço de lotação, pelo motivo da frota regular está sendo recolhido aos pátios das suas empresas.
Os serviços de lotação deverão cobrar o valor da passagem inteira, ou seja, R$ 2,90, e estão dispensados de cobrar meia passagem.


Secretaria Municipal de Comunicação: (84) 3232.8858

Temer recebeu comunicado de ajuda do governo do RN para uso das Forças Armadas


O estado do Rio Grande do Norte por meio do governador Robinson Faria oficializou o pedido do envio das Forças Armadas para atuarem no RN.
O sistema prisional receberá em breve as Forças Armadas para dar maior tranquilidade aos norteriograndenses.

Mais um ataque criminoso


Ataque criminoso a ônibus próximo ao hotel desativado Reis Magos na Praia do Meio, ônibus totalmente destruído.

Foto: Blog do BG 

Ceará-Mirim: Concurso Público suspenso

Slogan do movimento

Grande Ato em Ceará-Mirim acontecerá nesta sexta-feira, 20, às 08h em frente ao Palácio Antunes (Prefeitura Municipal de Ceará-Mirim).

O “ato” mostrará a indignação dos aprovados no referido concurso pela nova suspensão.
Sabemos que este capítulo se repetirá, mas a população e os órgãos competentes não são os mesmos de outrora.

Styvenson retorna às ruas: “Vou trabalhar para proteger Natal dessa praga chamada bandido”


Diante da atual crise no sistema prisional do Estado, trazer o capitão Styvenson ao policiamento ostensivo foi, sem dúvida, uma decisão sensata do Comando Geral da PM.
Felicíssimo! Pelo menos é assim que afirma estar o capitão PM Styvenson Valentim, após ser anunciado nesta terça-feira, no Boletim Interno da corporação, como o novo comandante da 1ª Companhia do 9°BPM, na zona Oeste de Natal. Na nova função, ele promete  jogar mais duro do que nunca contra a criminalidade nas ruas. O oficial ficou conhecido como o ‘Xerife da Lei Seca’, por ser implacável e incorruptível no cumprimento do dever.
Para ele, a oportunidade de comandar novamente uma equipe está sendo encarada como grande desafio que trará resultados positivos à sociedade. “A Companhia é composta por um efetivo tático-operacional muito bom. Juntos, iremos desempenhar um trabalho permanente de saturação no enfrentamento ao tráfico de drogas, desmanche de veículos, assaltos, arrombamentos e vários outros crimes. Sem dúvida, levaremos mais paz e segurança aos moradores e comerciantes da Cidade da Esperança, Planalto, Felipe Camarão, Guarapes, entre outras localidades da região”, observou.
Diante da crise no sistema prisional do Estado, Styvenson lamentou o atual cenário de guerra e destruição causado pelas facções rivais que atuam dentro e fora dos presídios. Ele garante trabalhar, incansavelmente, no policiamento ostensivo, de forma a inibir e coibir a bandidagem nas ruas. “Fui treinado mesmo na operacionalidade. O que mais sei fazer na polícia é combater o crime e preservar a ordem pública. É a melhor forma que vejo em ajudar cidadãos de bem. Agiremos dentro da legalidade, respeitando sempre os direitos do cidadão. Vou, portanto, fazer o que sei e gosto na PM”.
Desde o final de maio passado, o capitão foi afastado das fiscalizações da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), após críticas dirigidas a policiais civis. Tal ‘animosidade’ causou-lhe uma espécie de ‘punição’: sair das ruas e trabalhar no Quartel do Comando Geral da PM, onde ficou exercendo durante todos esses meses, o cargo de chefe do Centro de Formação e Aperfeiçoamento da Polícia Militar.  “Esse tempo que passei no administrativo foi essencial para refletir os erros e acertos. Hoje, creio estar mais ponderado nas minhas colocações e vou honrar o compromisso de comandar essa Companhia”.

HISTÓRIA DOS ENGENHOS DO CEARÁ-MIRIM


ENGENHO CAPELA

O Engenho Capela foi fundado por Francisco Teixeira de Araújo, que era o pai de Bernarda Dantas da Silva, futura Baronesa de Ceará-Mirim.
O historiador Nestor dos Santos Lima, chegou a afirmar que o Engenho Capela teve como seu fundador, Manuel Varela do Nascimento, que se tornou o Barão de Ceará-Mirim. Porém, o também historiador Luís da Câmara Cascudo afirma que ele só adquiriu a propriedade na primeira metade do século XIX, mais precisamente no ano de 1839, após contrair núpcias com Bernarda, filha de Francisco Teixeira de Araújo, seu primeiro proprietário.
Segundo registros, no ano de 1845 mais 04 (quatro) engenhos estavam safrejando no vale do Ceará-Mirim, dentre eles o Carnaubal que é considerado o mais antigo do nosso vale e o segundo mais antigo do Estado do Rio Grande do Norte, juntamente com os engenhos Verde Nasce e o Umburanas.
No ano de 1868, o Engenho Capela fez sua primeira reforma com o intuito de se adequar às novas exigências de produção, no que também objetivava o aumento da produtividade, tornando a mercadoria mais competitiva no mercado açucareiro. A referida reforma fez ampliações e melhorias significativas na área de infraestrutura, possibilitando, nos dias atuais, visualizar-se o arcabouço do conjunto arquitetônico, formado pelo engenho, a casa de purgar, o armazém e a casa-grande.
Em 1895, o Engenho Capela já era propriedade de Manuel Varela do Nascimento, o Barão de Ceará-Mirim e Comandante da Guarda Nacional, que permaneceu no mesmo apenas por três anos.
Em 1898, a sua propriedade foi transferida para o Dr. José Inácio Fernandes Barros, primeiro juiz de direito de Ceará-Mirim.
Com o correr dos anos, diga-se, em 1903, o engenho passou a ter um novo proprietário, na figura de Otaviano Bitencourt, que também permaneceu por pouco tempo no engenho, logo vendendo-o ao coronel Boa Ventura de Sá, um comerciante de Ceará-Mirim, com pouca ou nenhuma habilidade para os negócios da indústria açucareira.
No mesmo ano o Engenho Capela passou a ser arrendado, processo esse que durou muitos anos.
Após longos anos de arrendamento, o Engenho Capela voltou ao domínio da família de Boa Ventura de Sá, desta feita para ser administrado pelo também comerciante e ex-prefeito de Ceará-Mirim, Waldemar Dias de Sá. Nessa época, o engenho deixando de produzir, passou a ter “fogo morto”.
Durante muitos anos, a estrutura do Engenho Capela permaneceu em bom estado de conservação e suas terras produtivas forneciam cana-de-açúcar, como matéria prima para a Usina São Francisco e, depois da fusão, para a Companhia Açucareira Vale do Ceará-Mirim.
Hoje o Engenho Capela é apenas uma ruína dentre as demais existentes no vale do Ceará-Mirim.

SINTAM-SE CONVIDADOS!!!
NOITE DE BOA MÚSICA E BOM PAPO...