segunda-feira, 18 de junho de 2018

Feliz semana, mais uma da Copa do Mundo...


Análise: mais que arbitragem
Por Gustavo de Negreiros - Editor

A estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2018 foi aquém do esperado. Com toda a campanha do time de Tite nas eliminatórias e nos amistosos que antecederam a competição, se esperava pelo menos a repetição de um futebol vistoso, conectado e objetivo, que projetou a Amarelinha entre as principais candidatas ao torneio.
Mas não foi o que se viu. E muito do resultado ruim de ontem está sendo creditado à arbitragem e à vídeo-arbitragem (VAR), que entenderam não haver falta no empurrão de Zuber em cima de Miranda. Mas ficar só nisso é reducionista demais. O fato é que o que passou passou e não adianta agora chorar o leite derramado.
Logo na Copa do Mundo, o time formado por Tite fez a sua pior apresentação. Inseguro, pouco intenso e perdendo disputas individuais. A Seleção entrou em ritmo de amistoso e com uma pretensa tranquilidade que nada combina com um mundial recheado de zebras entre as principais potências.
Quando Coutinho acertou um belo chute de fora da área, a Seleção parou, achando que poderia controlar a partida sem maiores desgastes. Subestimou o adversário e pagou caro quando o imponderável entrou em campo.
O gol da Suíça foi sim polêmico, altamente discutível, mas a Seleção não poderia - e nem poderá, se quiser ser campeã - depositar tanta confiança na sorte. Futebol é um jogo e nele nem sempre a Justiça encontra morada. Faltou aos comandados de Tite a volúpia necessária logo que fez o primeiro gol. Um 2 a 0 sim fatalmente mataria o time europeu, que não teria condições de igualar o resultado, e a partida poderia se transformar em uma goleada Amarelinha.
Falando na cor do uniforme do Brasil, muitos jogadores voltaram a apresentar os mesmos problemas que em 2014. Paulinho não se achou em campo, nem apoiou, nem marcou a contento e ainda perdeu um gol feito debaixo das traves. Tanto, que a substituição do recém-recuperado Renato Augusto melhorou o rendimento da Seleção.
Outro que se apagou totalmente foi Willian. Pouco efetivo, não produziu nada em campo, nem conseguiu conectar as boas saídas de bolas pelo lado direito do campo. Também foi prejudicado pela atuação sem sal de Danilo, que raramente arrisca uma jogada mais objetiva, sempre procurando o colega que está mais próximo para fazer o passe curto.
Por fim, também faltou Neymar. E do jogador que mais se espera algo positivo da Seleção, a preocupação se torna ainda maior. Além de tecnicamente abaixo das suas capacidades, o astro do PSG mostrou que não está fisicamente bem, não fazendo a recomposição devidamente, nem tampouco tendo explosão e força para ganhar dos adversários e criar jogadas ofensivas. O lateral Marcelo também se houve mal em toda a partida. No fim, errou passes infantis e deu espaço para as subidas perigosas de Shaqiri.
A atuação de Coutinho sim, além do golaço que marcou, é digna de elogios. Foi um dos únicos jogadores com lucidez em campo e que executou bem os passes. No geral, faltou à Seleção também compactação entre os setores de campo. Houve distância excessiva entre o meio e o ataque, com Gabriel Jesus ficando isolado entre os seus marcadores.

Tite vê erro claro da arbitragem, mas evita ‘dar desculpa’

Treinador reclamou de falta no gol da Suíça, mas ressaltou que atletas não devem pressionar o juiz pelo uso do VAR.

O técnico da Seleção Brasileira, Tite, durante partida entre Brasil e Suíça, válida pelo grupo E da Copa do Mundo - 17/06/2018 (Michael Regan - FIFA/Getty Images)

O técnico Tite admitiu frustração com o empate em 1 a 1 na estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo, diante da Suíça, em Rostov, na tarde deste domingo, e comentou sobre o lance do gol da Suíça, de Zuber, em jogada controversa envolvendo o zagueiro Miranda. O treinador gaúcho não quis relacionar o tropeço à jogada, mas reclamou de empurrão do suíço no lance.

Tabela completa de jogos da Copa do Mundo 2018

“Eu gostaria de responder uma pergunta sobre desempenho, porque se não fica parecendo que eu quero dar desculpa. Mas o lance do Miranda é muito claro. Eu não estou justificando o resultado, mas é muito claro. O segundo do pênalti (em jogada envolvendo Gabriel Jesus) é passível de interpretação.”

DESSA VEZ NÃO TEVE INTERFERÊNCIA DA ARBITRAGEM, GLOBO QUEBRA INVENCIBILIDADE DO ABC NO ‘FRASQUEIRÃO’!

EM DUELO POTIGUAR NA SÉRIE C, GLOBO FC VENCE ABC NO ESTÁDIO FRASQUEIRÃO


Na noite deste sábado (16), um duelo potiguar movimentou a Série C do Campeonato Brasileiro. No Estádio Frasqueirão, em Natal, o Globo FC surpreendeu o ABC e venceu por 3 a 1, na abertura do returno da competição, em jogo válido pela 10ª rodada.
Os gols da Águia foram marcados Os gols da Águia foram marcados por Max, Romarinho (de pênalti) e Reinaldo, enquanto Rodrigo Rodrigues descontou para o Alvinegro. O resultado acabou quebrando uma marca do ABC, que não havia perdido dentro do Frasqueirão na Série C do Brasileirão, desde que o estádio foi inaugurado em 2006.
Na classificação do grupo A da Série C, o ABC segue no G-4 na terceira colocação, com 14 pontos. O Globo FC se afastou da zona de rebaixamento e ocupa, agora, a sétima posição, com 12 pontos.
Na próxima rodada, o ABC vai enfrentar a Juazeirense no Estádio Adauto Moraes. O jogo está marcado para o dia 23 de junho, às 20h30. O Globo FC joga no dia 25 de junho no Estádio Barrettão, em Ceará-Mirim, quando recebe o Remo. A partida vai acontecer às 19h30.
Foto: Andrei Torres / ABC FC


# Segundo uma fonte com trânsito e credibilidade junto ao ex-senador e ex-governador Geraldo  Melo, o ‘Baixinho’ resolve, nesta segunda-feira, 18, ou seja, 'bate o martelo' sobre composição da chapa majoritária do PSDB(Senado), para a eleição de outubro próximo.
# Ainda segundo mesma fonte, candidatura do ‘Baixinho’ do tamborete será em composição com a candidatura de reeleição do Governador Robson Faria. Portanto, é aguardar que informação se confirme na mídia do Estado.
# Quem esteve prestigiando evento junino do distrito de Dom Marcolino, sábado, 16, foi o ex-deputado e candidato este ano a Federal, Cipriano Correia. Esteve acompanhado do ex-prefeito Amaro Saturnino.
# Também esteve prestigiando evento em Dom Marcolino, deputado estadual e Presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira. Animado!!! Ezequiel estava na mesa do prefeito Luiz Eduardo, mas foi cumprimentado pelo ex-prefeito, Saturnino. Ezequiel espera ser o mais votado em Maxaranguape, visto que, tanto o atual quanto o ex e a ex-prefeita, prometem quase que a unanimidade dos votos à sua reeleição.
# Quem marcou presença também no festejo junino do distrito de D. Marcolino, foi o empresário e ex-prefeito de Caiçara do Rio dos Ventos, Felipão. Com seu grupo político, Felipão vem recebendo vários apoios, inclusive, do ex-vereador Rogério Cruz.
# Ceará Mirim esteve sem a presença do prefeito Marconi Barretto(PHS), por alguns dias. Pela cidade, comenta-se que o chefe do Solar Antunes está cirurgiado. Breve recuperação.
# O ex-vereador e Presidente do PSD, Ceará Mirim, Dr. Júlio César, deseja manter acesa a chama do seu eleitorado nessa eleição. Pensa em sair candidato a deputado federal, mas, tem os pés no chão. Seria, talvez, o fôlego para 2020!
# Quem vive momento de expectativa é o Presidente da Câmara Municipal de Ceará Mirim, Ronaldo Venâncio(PV). Caso decisão da Justiça seja pelo afastamento em definitivo do prefeito Marconi Barretto, RV assume temporariamente Solar Antunes, e, claro, cria novo cenário político para o Município dos verdes canaviais.      

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Copa do Mundo...


O ANTAGONISTA

SÓ O QUE FALTAVA!!

Robbie Williams fez de graça?
As agências de notícias estão apelando para a leitura labial para tentar interpretar o gesto obsceno do cantor Robbie Williams no final de seu show na abertura da Copa da Rússia.
Segundo a France Presse, antes de mostrar o dedo médio para uma das câmeras, Williams pareceu dizer algo como “I did this for free” (fiz isto de graça).

ECONOMIA, TEMA PARA SE OBSERVAR NESSA ELEIÇÃO


Os economistas de Bolsonaro
Enquanto Jair Bolsonaro desembarca em São Luís, dois de prováveis integrantes de sua equipe econômica — Adolfo Sachsida e Paulo Guedes — almoçam juntos em um restaurante de Brasília.

SEM ALGEMAS...

Urgente: STF decide que condução coercitiva é inconstitucional
Com o voto de Celso de Mello, ainda em curso, o STF forma maioria para decretar inconstitucional o instrumento das conduções coercitivas: 6 a 4.

VAI BEM PARA O SENADO, EM SÃO PAULO...


Datena: “Se pintar a possibilidade de ser candidato à Presidência, talvez eu tente”
Do apresentador José Luiz Datena, filiado ao DEM, após encontro com Rodrigo Maia, segundo o Estadão:
“Eu me proponho a ser candidato ao Senado. Agora, se pintar a possibilidade de ser candidato à Presidência, talvez eu tente ajudar o meu País. Quero ser candidato para ajudar o povo. É mais uma decisão do partido do que minha. Depende das articulações, dos resultados das pesquisas.”
AGORA É A VEZ DO SÍTIO?
Moro manda ao STF manifestação sobre o sítio de Atibaia
Em manifestação ao STF, Sergio Moro afirmou que ainda será analisado se os elementos da ação penal são suficientes para a vinculação das reformas do sítio de Atibaia com os acertos de corrupção em contratos da Petrobras.
“Se esses elementos são suficientes ou não para a vinculação das reformas do sítio a acertos de corrupção em contratos da Petrobras, é uma questão ainda a analisar na ação penal e nas exceções de incompetência”, escreveu o juiz federal, de acordo com o relato do site Jota.
A defesa de Lula tenta, de novo, tirar Moro do caso, alegando que ele não está ligado à Petrobras. A denúncia aponta o presidiário de Curitiba como beneficiado pelas reformas de R$ 920 mil realizadas por OAS e Odebrecht no sítio.
O juiz da Lava Jato em Curitiba voltou a repelir a “teoria dos montinhos”:
“Não parece ser necessário demonstrar que teriam sido especificamente utilizados, nas reformas, os mesmos valores recebidos pelo Grupo OAS ou pelo Grupo Odebrecht da Petrobras para custeá-las, uma vez que o dinheiro é fungível, mistura-se na rede bancária e é objeto de operações de compensação em contas de um grupo empresarial.”
 PAZ E AMOR NA PRISÃO...

Brasil de fora
A lista de alguns países que admitem a condução coercitiva: Estados Unidos, França, Alemanha, Bélgica, Portugal, Espanha, Holanda e Inglaterra.

LÁ APROVADO, AQUI?


Câmara argentina aprova projeto de legalização do aborto
Com placar apertado de 129 votos a favor e 125 contra, após 24 horas de debates, pressões e reviravoltas nos resultados parciais, a Câmara dos Deputados da Argentina aprovou a legalização do aborto no país, dando sinal verde a um projeto cujo lema é “educação sexual para decidir, métodos anticoncepcionais para não abortar e aborto legal para não morrer”.
O presidente Mauricio Macri, que em seu discurso anual no Parlamento, em 1 de março, havia dito apenas ser “a favor da vida”, não participou dos debates e optou por não esclarecer publicamente sua posição.
O projeto segue agora para o Senado, onde sua aprovação é considerada bem mais difícil, já que a influência da Igreja e dos governadores é maior.


Negativa
Ministro do Planejamento diz que estados não têm direito a verbas da DRU
'Entendemos que não é devido, que não há esse direito por parte dos estados', disse; atualmente, o Rio Grande do Norte busca a liberação da importância de R$ 768 milhões.

O ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Esteves Colnago, disse nesta quinta-feira, 14, que o governo federal não reconhece como direito dos estados as verbas da Desvinculação das Receitas da União (DRU). “Entendemos que não é devido, que não há esse direito por parte dos estados”, disse. Atualmente, o Rio Grande do Norte busca a liberação da importância de R$ 768 milhões.
Os governos de 23 estados e do Distrito Federal entraram com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) cobrando a divisão da verba DRU. A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 523 foi protocolada na última segunda-feira (11) pelos procuradores-gerais dos estados. Apenas o Rio Grande do Sul, Espírito Santo e São Paulo não endossam a medida. A relatoria do processo no STF ficou com a ministra Rosa Weber.
Segundo Colnago, o governo está aberto ao diálogo e, dentro do possível, têm buscado auxiliar os estados com suas finanças.
DRU
A DRU é um mecanismo que permite ao governo federal usar livremente 30% de todos os tributos federais vinculados por lei a fundos ou despesas específicas. A principal fonte de recursos da DRU são as contribuições sociais, como PIS/Cofins, que respondem a cerca de 90% do montante desvinculado.
Na prática, a DRU aumenta a flexibilidade para que o governo use parte dos recursos do orçamento de áreas como educação, saúde e Previdência Social com despesas que considerar mais importantes ou na formação de superávit primário. A DRU também possibilita o manejo de recursos para o pagamento de juros da dívida pública.
Para os procuradores-gerais dos estados, os recursos da DRU funcionam como um imposto disfarçado com a única finalidade de não compartilhar 20% desse montante com os estados, conforme o princípio federativo de partilha de receitas.
Na ação agora em tramitação no STF, encabeçada pelo governo de Minas Gerais e pelo Colégio Nacional de Procuradores-Gerais dos Estados e do Distrito Federal (Conpeg), eles cobram a partilha de 20% dos recursos da DRU. O valor cobrado pelos estados chegou a R$ 20 bilhões somente em 2017. Eles pedem que sejam apurados os valores não repassados nos últimos cinco anos, e que isso seja abatido das dívidas dos estados com a União, podendo chegar a um montante de R$ 100 bilhões.
Criada em 1994 com o nome de Fundo Social de Emergência (FSE), essa desvinculação foi instituída para estabilizar a economia logo após o Plano Real. No ano 2000, o nome foi trocado para Desvinculação de Receitas da União. Em agosto de 2016, o Congresso aprovou a prorrogação da DRU até 31 de dezembro de 2023.
PIS/Pasep
Durante o programa Por Dentro do Governo, Colnago falou sobre o pagamento das cotas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Os saques das contas inativas começam na segunda-feira, 18, e vão até 28 de setembro, para pessoas de todas as idades. A partir de 29 de setembro, apenas os maiores de 60 anos poderão receber os recursos, assim como aposentados, pessoas com doença grave ou invalidez e herdeiros de titular da conta.
Servidores públicos e pessoas que trabalharam com carteira assinada de 1971, quando o PIS/Pasep foi criado, até 1988, podem sacar o benefício. Até 1988, os recursos desses programas eram depositados em contas pessoais e, desde então, são corrigidas anualmente.
Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Para saber se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sites www.caixa.gov.br/cotaspis e www.bb.com.br/pasep. Fonte: Agora RN

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Junho de fogueira e quadrilhas, juninas...

Decidido
Votação do STF decide receber denúncia contra senador José Agripino Maia

Senador foi colocado no banco dos réus sob acusação de ter recebido vantagens indevidas de R$ 1,150 milhão para assegurar um contrato de inspeção veicular ambiental.


Por 3 a 2, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira, 12, receber a denúncia contra o senador potiguar José Agripino Maia (DEM-RN) pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e uso de documento falso. O voto decisivo foi dado nesta tarde pelo decano do STF, ministro Celso de Mello, depois de o colegiado ter se dividido sobre o caso.
Agripino Maia foi colocado no banco dos réus sob a acusação de ter recebido vantagens indevidas no valor de R$ 1,150 milhão para assegurar um contrato de inspeção veicular ambiental celebrado entre um consórcio e o Estado do Rio Grande do Norte.
No dia 8 de maio, o relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski, votou pelo recebimento da denúncia contra Agripino Maia pelos três crimes, sendo acompanhado na semana passada pelo ministro Edson Fachin. Nesta tarde, Celso seguiu o mesmo entendimento dos dois colegas.
“A formulação da acusação penal em juízo supõe não a prova completa e integral do delito e de seu autor, mas a demonstração fundada em elementos probatórios mínimos, lícitos e consistentes da realidade material do evento delituoso e indícios de sua possível autoria”, disse Celso de Mello, na sessão desta terça-feira.
Procurada pela reportagem, a assessoria de Agripino Maia não havia se manifestado até a publicação deste texto.
Divergência. Contra o recebimento da denúncia se posicionaram na semana passada os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes.
Um dos pontos discutidos ao longo da discussão do caso foi o fato de a denúncia ser embasada, entre outros elementos, na delação premiada do empresário George Anderson Olímpio da Silveira – um acordo de colaboração que contou com a atuação do então procurador da República Marcelo Miller, alvo de investigação por conta de sua atuação na delação premiada firmada por executivos do grupo J&F.
“Eu tomaria todos os cuidados quando tivesse qualquer acordo firmado por Marcelo Miller. Nós sabemos que Marcelo Miller era movido a dinheiro, é disso que se cuida. Era o chefe do órgão da procuradoria, fez toda essa trapalhada, a mais grave da história brasileira com esse caso da JBS, envolvendo o Supremo Tribunal Federal numa grande trapalhada, numa imensa trapalhada”, criticou Gilmar Mendes na semana passada.

Por unanimidade, a Segunda Turma também decidiu rejeitar a denúncia contra a ex-governadora Rosalba Ciarlini Rosado. Fonte: Agora RN       

Inversa na Copa - Por Ivan Sant’ana       
Caro leitor,
Dando prosseguimento à série de crônicas sobre futebol que escreverei para a Inversa antes e durante a Copa do Mundo da Rússia, hoje vou falar sobre minha relação com o torneio. São ao todo 18 Copas, contando a que começa na próxima quinta-feira (14). Por ocasião das outras três, eu não havia nascido.
   
Em 1950 tinha 10 anos de idade. Assisti a todos os jogos do Brasil, com exceção daquele que terminou em empate (2 a 2) contra a Suíça, realizado em São Paulo. Os demais aconteceram no Maracanã.
     
Como não podia deixar de ser, não me lembro de muita coisa. Mas alguns acontecimentos foram tão marcantes que ficaram gravados na minha mente de criança, entre eles a torcida cantando Touradas em Madri, por ocasião da vitória do Brasil sobre a Espanha por 6 a 1. 
        
Supõe-se que esse tenha sido o jogo de futebol com o maior público de todos os tempos, já que os tapumes provisórios que cercavam o estádio foram derrubados pelos torcedores. Algo acima de 200 mil.
      
Da final contra o Uruguai, o Maracanazo, me recordo da pequena torcida deles comemorando o gol de Ghiggia que deu o título à Celeste Olímpica.
     
Já em 1954, “assisti” à Copa da Suíça pelo rádio. Fomos eliminados pela Hungria, uma das melhores equipes de futebol de todos os tempos, por 4 a 2, placar esse que os locutores brasileiros atribuíram ao juiz inglês Mr. Ellis. “Comunista" foi o mínimo que disse dele o dublê de juiz e comentarista Mário Vianna. A final, Alemanha 3 x 2 Hungria, de virada, é considerada uma das maiores zebras de todas as Copas.
       
Suécia, 1958: “Ouvi” os jogos pela televisão. Como não havia transmissões internacionais, a TV Tupi narrava o jogo exibindo slides dos jogadores enquanto falava deles.
      
Foi a primeira Copa de Pelé e Garrincha que, ao longo de suas vidas, jamais perderam um jogo atuando juntos.
       
Para mim, o placar da final foi Brasil 4 x 2 Suécia. Explico: a algazarra lá em casa era tanta que não ouvi o 5º gol brasileiro. Só fiquei sabendo dele horas mais tarde.
       
O Mundial de 1962 foi um dos grandes momentos de minha vida. Primeiro porque o Brasil ganhou. Segundo porque eu estava lá, no Chile. Viña del Mar, onde disputamos os primeiros quatro jogos, era uma cidade pequena. Os jogadores dos quatro times que jogavam na nossa chave, Brasil, Espanha, México e Tchecoslováquia, podiam ser encontrados numa casa de fliperama todas as noites.
       
Como eu dividia um quarto de hotel com o Ademir Menezes, artilheiro da Copa de 1950 e então comentarista de rádio, pude conhecer pessoalmente, além dos jogadores brasileiros, supercraques como Alfredo Di Stéfano e Puskas. O primeiro era argentino; o segundo, húngaro. Mas ambos jogavam pela Espanha.
     
Pelé se machucou no início do segundo jogo, contra a Tchecoslováquia, e Garrincha ganhou a Copa sozinho.
            
Após a partida final, quando ganhamos da Tchecoslováquia (jogamos contra eles duas vezes no torneio) por 3 a 1, eu estava parado numa praça de Santiago quando uma Kombi encostou ao meu lado. Garrincha se debruçou para o lado de fora e me disse: “E aí, gente boa, gostou?”. Ele sempre me chamava de “gente boa”. Só mais tarde, lendo o livro Estrela Solitária, do Ruy Castro, fiquei sabendo que Garrincha chamava todo mundo de “gente boa”.
      
Da Copa de 1966, tenho poucas recordações. Morava em Nova York, onde estudava mercado de capitais na NYU, e ouvi os três jogos do Brasil (fomos eliminados na primeira fase) através de um rádio de ondas curtas.
       
Consegui ver a final pela TV, oportunidade em que a Inglaterra bateu a Alemanha por 4 a 2, sendo que a bola do terceiro gol, já na prorrogação, não entrou.
     
Sobre a Copa de 1970, no México, eu poderia escrever não só uma crônica, mas um livro inteiro. Cheguei lá na manhã de 31 de maio, a tempo de ver o jogo de abertura, México 0 x 0 União Soviética. Boa parte das amizades que tenho até hoje, pessoal que iria se projetar no mercado financeiro, foi feita na Copa do México. Fora o Carlos Alberto Parreira, um dos preparadores físicos da seleção, e o técnico Zagallo.
           
Vou me limitar a contar um episódio. Para ver Brasil x Inglaterra, fui de trem da Cidade do México para Guadalajara. Pois bem, no vagão-restaurante, o sambista Blecaute e eu apostamos quem bebia mais tequila com um grupo de jornalistas mexicanos. Um Brasil x México alcoólico.
      
Lá pela enésima dose, só restavam o Blecaute e eu. Os mexicanos, derribados. O Blecaute caiu antes de eu tomar minha última dose, após a qual desmaiei também. Fui levado, acreditem, para o meu carro-leito, pelo embaixador brasileiro no México, João Batista Pinheiro, e pela embaixatriz, Céu Azul Pinheiro.
     
A partir de 1974, com a televisão a cores transmitindo os jogos, nunca mais vi um jogo de Copa no estádio. Por outro lado, passei a ver todas as partidas.
     
Nesse ano, traí miseravelmente nossa seleção. Como achava a Holanda uma barbada, apostei 50 mil dólares neles no jogo contra o Brasil. Torci pela Laranja Mecânica e faturei minha grana.
      
Na Copa de 1978, tive uma das grandes decepções futebolísticas. E não foi em jogo do Brasil. Estou falando da vitória da Argentina contra o Peru, por 6 a 0, em jogo que os peruanos foram subornados (precisavam ganhar por uma diferença de pelo menos quatro gols). Quem quiser saber mais a respeito disso, leia How They Stole the Game, de David A. Yallop, ou El Hijo del Ajedrecista,de Fernando Rodriguez Mondragon.
      
Além dessa vitória garfada contra o Peru, e de uma derrota para a Itália, a Argentina foi favorecida pelos juízes em todos os demais jogos.
        
Em 1982, o Brasil levou um timaço: Zico, Sócrates, Falcão, Júnior e cia. Mas perdeu. Foi outra frustração. Quatro anos mais tarde, em 1986, no México, após a eliminação do Brasil pela França na disputa de pênaltis, torci pela Argentina, por causa de Maradona que, tal como Garrincha em 1962, ganhou o caneco sozinho.
     
Assisti a boa parte do torneio internado num hospital, vítima de infecção renal.
   
Um mil novecentos e noventa foi o ponto de virada do futebol mundial. Após um torneio cheio de 0 x 0, prorrogações e disputas de pênaltis, a FIFA mudou as regras do jogo.
       
A partir daquela Copa, ficou proibido atrasar bolas com os pés para os goleiros, vitória passou a valer três pontos, "na mesma linha" deixou de ser impedimento e outras mudanças foram implementadas. O futebol agradeceu e os placares tornaram-se mais elásticos.
         
O Brasil foi eliminado pela Argentina, num lance genial de Maradona, em uma partida na qual jogamos bem mais.
      
Após 24 anos sem vencer, a Copa voltou para o Brasil em 1994, nos Estados Unidos. Não tínhamos um grande time e vencemos a final nos pênaltis, após um jogo lento sob um calor de 40 graus.
     
Veio a Copa seguinte, na França. Chegamos à final contra os donos da casa. Perdemos por 3 a 0 depois que o Ronaldo sofreu convulsões, assustando os demais jogadores.
           
Em 2002, no torneio disputado na Coreia e no Japão, troquei a noite pelo dia. Não perdi nenhum jogo. Valeu a pena ver o Fenômeno de volta, após longa contusão, ao lado de Rivaldo e de Ronaldinho Gaúcho.
     
Foi uma vitória incontestável.
     
A Copa de 2006, na Alemanha, na qual fomos eliminados pela França, ficou marcada pela cabeçada de Zidane em Materazzi, justamente na final. A partida foi vencida pela Itália, nos pênaltis.
     
África do Sul, 2010. Espanha pela primeira vez campeã. O Brasil, que não tinha um grande time, foi eliminado pela Holanda.
     
Em 2014, com mais uma Copa no Brasil, eu poderia ter visto muitos jogos ao vivo. Mas me habituara a assisti-los pela TV. Fui masoquista a ponto de ver os 1 a 7 até o fim.
        
Na Copa da Rússia, que começa daqui a três dias, vou escrever crônicas para a Inversa. Pretendo assistir a todos os jogos. Acho que o caneco fica entre o Brasil, a Alemanha, a Espanha e a França. Mas não desprezo Lionel Messi. Quem sabe teremos um novo Garrincha ou um novo Maradona, homens que ganharam Copas sozinhos?
   
Mal vejo a hora de ver na telinha o juiz apitar o início de Rússia x Arábia Saudita, jogo inaugural da Copa, no estádio Luzhniki, em Moscou.
     
Nessa hora eu esqueço tudo. Meu mundo volta a ser o da bola, tal como acontece de quatro em quatro anos desde 1950.

O ANTAGONISTA
DO FINAL DO TÚNEL A, QUEM SABE, O NADA!

Moro interrompe o achaque
Sergio Moro acatou o pedido dos procuradores da Lava Jato e impediu o uso das delações premiadas por parte de órgãos ligados ao governo federal.
Diz a Folha de S. Paulo:
“A decisão de Moro foi proferida no dia 2 de abril e atinge a AGU, a CGU, o Cade, o Banco Central, a Receita Federal e o TCU.
No despacho, que é sigiloso, o juiz altera nove decisões anteriores em que autorizara o compartilhamento de provas da Lava Jato com esses órgãos, que têm a atribuição de buscar reparação de danos causados aos cofres públicos e aplicar multas e outras penalidades de caráter administrativo.”
Com essa medida, evita-se que se achaque as empresas a fim de calar os delatores.
LIMPEZA PRECISA SER GERAL
Os fantasmas do PT e do PSDB
Os brasileiros querem se livrar de PT e PSDB.
Mas eles sempre acabam voltando.
Lula sabotou Ciro Gomes, o único candidato capaz de roubar-lhe a coroa esquerdista.
E Geraldo Alckmin deve atrair para a sua órbita os dezoito nanicos descartados pelo eleitorado, entre os quais Henrique Meirelles, Rodrigo Maia, Flávio Rocha e Josué Alencar.
PT e PSDB morreram, mas seus fantasmas continuam a assombrar o país.
ELES SE ENTENDEM

Itália convoca embaixador francês depois de ser insultada por Macron
Por Mario Sabino
A Itália fechou os portos aos navios  que transportam imigrantes ilegais.
Emmanuel Macron chamou a Itália de “cínica” e “irresponsável”. O porta-voz do seu partido disse que a atitude do italianos era “vomitável”.
A Itália convocou o embaixador da França a dar explicaçōes. E lembrou que a França fechou a fronteira, para evitar a passagem dos imigrantes que chegam à Itália. E lembrou que a crise imigratória começou depois que a França de Nicolas Sarkozy bombardeou a Líbia e arrancou Kadafi do poder, para desviar a atenção das negociatas entre o ditador líbio e Sarkozy. Kadafi segurava a imigração ilegal.
A União Europeia já reconheceu que a Itália foi deixada sozinha nessa história.
Macron foi cínico e irresponsável.
Goste-se ou não dos modos do novo governo italiano, ele arrancou o véu da hipocrisia europeia.
'A PRESSA É INIMIGA DA PERFEIÇÃO'!
Alckmin precisa do poste de Lula
Geraldo Alckmin torce “para que o PT defina logo o nome do substituto de Lula”, diz o Estadão.
“A análise dos tucanos é que esse candidato, quando oficialmente indicado, vai desidratar os índices de Ciro Gomes e Marina Silva nas pesquisas”.
Aparentemente, o nome já está escolhido: Fernando Haddad. Mas o PT quer oficializá-lo apenas na reta final da campanha.

AINDA, UM FORTE ELEITOR PARA ESTA ELEIÇÃO


O poste de Lula no segundo turno
Henrique Meirelles disse para o Estadão que só há uma vaga em disputa no segundo turno.
A outra, segundo ele, será ocupada pelo poste de Lula.